Daniel Dall’Asta Frasson, fala dos desafios de uma Multinacional Brasileira no Agronegócio Mundial.
Empreender no Brasil não é tarefa fácil. Uma estrutura tributária confusa, regulamentações complexas, burocracia e instabilidade política são apenas algumas das variáveis a serem consideradas para quem deseja começar uma empresa.
E o desafio fica ainda maior quando essa companhia já nasce com pretensões de revolucionar o agronegócio mundial. Entram em cena novas dificuldades, como alterar o status quo
e provar o valor da inovação aos mais diferentes grupos e localidades, e mais: logística, infraestrutura, flutuações cambiais, barreiras culturais e necessidade de adaptação para atuar em diferentes países.
O agronegócio faz parte do DNA do Brasil. Além de ser o motor da economia do país, é também um berço de inovação e descobertas. Aliado a isso, os consumidores, cada vez mais, exigem produtos de qualidade, seguros e sustentáveis.
Empresas e produtores de todo o mundo já perceberam essa realidade e estão buscando atender a essa demanda com o uso de novas técnicas que buscam minimizar ao máximo a aplicação de produtos químicos.
Ao mesmo tempo, esses mesmos elos da cadeia buscam novas tecnologias que lhes garantam maior produtividade com menor custo e maior qualidade e que ajudem a reduzir a dependência dos fertilizantes importados, que hoje ainda representam 80% do mercado no Brasil.
Aliar todas essas variáveis é, com certeza, o maior desafio, mas também uma grande oportunidade para empresas como a Oceana, que desenvolve fertilizantes e suplementos para nutrição animal e vegetal, uso humano e tratamento de água, totalmente naturais e sustentáveis à base da alga marinha Lithothamnium.